Coparticipação
A coparticipação das terapias do seu filho ficou mais cara que a mensalidade do plano?
Cobranças elevadas de coparticipação podem inviabilizar o tratamento de crianças autistas. O escritório analisa casos em que a família paga valores altos por terapias essenciais.
O problema
Quando a coparticipação compromete o tratamento
Muitas famílias contratam plano de saúde acreditando que terão acesso ao tratamento, mas depois recebem boletos de coparticipação muito altos, especialmente quando a criança realiza várias terapias por semana. Isso pode criar uma barreira financeira que afeta diretamente o desenvolvimento e a rotina terapêutica indicada.
Exemplos de terapias
- · ABA
- · Fonoaudiologia
- · Terapia ocupacional
- · Psicologia
- · Psicopedagogia
- · Fisioterapia
- · Musicoterapia (quando indicada)
- · Outras terapias prescritas
Sinais de alerta
A sua família se identifica com algum desses pontos?
- A coparticipação passa de R$800, R$1.000 ou mais por mês
- O valor das terapias supera a mensalidade do plano
- A família evita sessões por medo da cobrança
- O plano cobra por cada sessão individualmente
- A criança precisa de tratamento contínuo
- Há laudo médico indicando frequência semanal
- O boleto ficou imprevisível ou impagável
Caminhos jurídicos
Como a Justiça pode analisar esse tipo de situação
Em determinadas situações, é possível discutir judicialmente se a cobrança de coparticipação está sendo aplicada de forma abusiva, especialmente quando o valor impede ou dificulta o acesso ao tratamento essencial indicado por médico. Cada caso, no entanto, exige análise individual.
Análise do caso
Como funciona a nossa avaliação
- Verificação da mensalidade
- Levantamento da coparticipação cobrada
- Comparação entre valor do plano e valor das terapias
- Análise da frequência terapêutica indicada
- Estudo do contrato
- Avaliação da possibilidade de pedir limitação das cobranças
Dúvidas comuns
Perguntas frequentes
Próximo passo
Sua família está pagando coparticipação alta?
Fale com nossa equipe para entender os próximos passos a partir da sua realidade contratual e terapêutica.
